20 setembro 2009

Quadros

Alguns quadros que fiz...



19 setembro 2009

Nomenclatura

Agora um tema mais prático que diz respeito à nomenclatura no reino Plantae

Regras relativas à descrição e à denominação dos táxones vegetais:
  • Todos os nomes científicos das plantas usam-se em latim sendo utilizados dois termos – Sistema binomial.
  • Para determinar os géneros (e os táxones superiores) empregam-se substantivos (os dos géneros iniciam-se com letra maiúscula).
  • Para designar as espécies (e os táxones infraespecíficos) costumam utilizar-se adjectivos (escritos com letras minúsculas). 
  • Os nomes dos híbridos vão precedidos do sinal x (Quercus x coutinhol).

Exemplo: Macieira

08 setembro 2009

Lúcia-lima

Olá, hoje venho falar de uma planta que hoje em dia já existe em muitos dos nossos jardins, a Lúcia-lima (Lippia Citriodora).
Também conhecida por Bela-luísa ou Doce-lima, este arbusto com origens remotas no Chile, é cultivado na Europa desde do fim do século XVIII, o fantástico aroma desta planta que nos faz lembrar o aroma lima-limão provem de um complexo de óleos essenciais, sendo os principais o citral, nerol e o geraniol, determinando as propriedades da planta.

A Lúcia-lima embora arbusto pode alcançar 3 a 7 metros de altura, as suas folhas compridas e pontiagudas, de toque áspero, são de um verde vivo e as suas flores são pequenas e brancas.




Possuindo propriedades calmantes, estimulante, antiemética, prolongadora do sono, depressora do sistema nervoso central, descongestionante, digestiva, estomáquica, sedativa e tônica a Lúcia-lima é utilizada como calmante ligeiro e em perturbações digestivas.
Deve-se evitar a sua utilização prolongada, devido ao risco de perturbações gástricas, e por a planta ser depressora do sistema nervoso central.
Na Lúcia-lima podem ser utilizadas as folhas frescas ou secas, sob a forma de chás e infusões.

Agora um pequeno aparte com uma maravilha da Natureza =)


Simples, pequena e Maravilhosa...

02 setembro 2009

Aromáticas

Estas são as minhas aromáticas, semeadas há 1 semana:

Manjericão roxo e manjericão normal
 
Salsa normal e salsa frisada
Cebolinho e tomilho
Coentros e.. mais coentros

01 setembro 2009

Ginkgo Biloba

Olá! Bem hoje venho-vos falar de uma planta que cada vez mais está a ganhar lugar nos nossos jardins e parques públicos, o Ginkgo (Ginkgo Biloba).



O Ginkgo também chamada árvore dos templos, pertence à família das Ginkgoáceas, e constitui um fóssil vivo, já existindo há 300 milhões de anos. Foi uma planta autóctone da Europa central até à 30 milhões de anos, altura que retrocedeu até ao sudeste Asiático. Mede entre 30 a 40m de altura e o perímetro do seu tronco chega a alcançar os 4metros.
As folhas características assemelham-se a um leque feito de ramos, são de uma intensa cor verde, adquirindo uma tonalidade amarelo dourada no Outono. As flores só aparecem decorridos 20 a 30 anos, no mês de Maio.
Os Ginkgos têm uma grande longevidade, podendo viver até 1000 anos, desenvolvendo uma poderosa copa.

Partes utilizadas e princípios activos:
Tanto as folhas dissecadas como os preparados que delas se obtêm, têm aplicação médica, principalmente os extractos secos muito concentrados. Entre os seus princípios activos mais importantes do ponto de vista farmacológico, destacam-se os glicósidos flavónicos e as lactonas terpénicas.
O Ginkgo está indicado em terapias de doenças venosas, é um bom vaso-dilatador, estimulando a irrigação sanguínea, sendo óptimo para quem sofre de mãos e pés frios no inverno, o ginkgo também está indicado em casos de demência, falta de irrigação cerebral, problemas de concentração, e vertigens.
Normalmente apresentam-se à venda extractos sob a forma de comprimidos, gotas ou preparados para chá.