05 junho 2010

Stand by me...


No I won't be afraid, no I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me

 

04 junho 2010

O tempo é curto...

Pois é.. há muito tempo que não venho aqui... Mas vou tentar manter isto mais actualizado!
Vou-vos falar um pouco de uma das razões pelo qual tenho andado distante.

"A Trienal lançou um repto às escolas de arquitectura e de arquitectura paisagista para trabalharem, no âmbito do seu plano formativo, respostas para uma pergunta: como é possível a arquitectura contribuir para melhorar, em concreto, as condições de vida das pessoas deste bairro?
O bairro é a Cova da Moura, realidade complexa em termos sociais e culturais, oriundo de circunstâncias históricas peculiares e com um percurso atípico. A escolha da Cova da Moura para o desenvolvimento deste projecto deveu-se ao reconhecimento de que este bairro possui uma dinâmica associativa que proporciona para os envolvidos neste projecto uma importante interlocução.
Foi exactamente por aí que o projecto iniciou, por uma reunião com a Comissão de Bairro (federação das diversas associações que aí estão implantadas), no sentido de estabelecer uma parceria para o desenvolvimento deste estudo.
O segundo passo foi desenvolver, em colaboração com a Fundação EDP, o projecto de um seminário de enquadramento aberto aos alunos das escolas envolvidas no projecto.
A última fase será uma exposição que terá lugar no Museu da Electricidade."

Estou neste momento a participar na Trienal de Lisboa e o tema base é a Cova da Moura. Para quem não conhece a cova, poderá ter uma ideia errada do que realmente aquele espaço representa...
Quando estamos do lado de fora da Cova temos a ideia de estar a entrar num espaço de clausura, quase cercado por uma muralha, no entanto, quando entramos sentimos a abertura do bairro. A noção de dimensão e expressão céu-terra sente-se no espaço, principalmente devido à dimensão das construções.(contrária às construções em altura que rodeiam o bairro). Para além disso é um espaço em constante morfose, dado que o seu ritmo de construção é mais elevado e a mão-de-obra são os próprios habitantes do bairro.
Um espaço que recebe qualquer um de braços abertos, é um espaço onde as pessoas se conhecem, onde o meu vizinho é também meu amigo, e não só mais um habitante da porta ao lado. Vive-se numa comunidade própria daquele meio, sem qualquer tipo de problemas, ali vive-se como se fosse uma aldeia colada no seio de uma grande cidade. Onde as pessoas"vivem" realmente umas com as outras.

A experiência que tenho ganho com este projecto é óptima, mas, melhor que isso foram as pessoas que conheci. Apesar de cansativo estou a adorar cada momento que passo com os meus colegas de trabalho, agora amigos e espero que se mantenha por muito tempo!

20 setembro 2009

Quadros

Alguns quadros que fiz...



19 setembro 2009

Nomenclatura

Agora um tema mais prático que diz respeito à nomenclatura no reino Plantae

Regras relativas à descrição e à denominação dos táxones vegetais:
  • Todos os nomes científicos das plantas usam-se em latim sendo utilizados dois termos – Sistema binomial.
  • Para determinar os géneros (e os táxones superiores) empregam-se substantivos (os dos géneros iniciam-se com letra maiúscula).
  • Para designar as espécies (e os táxones infraespecíficos) costumam utilizar-se adjectivos (escritos com letras minúsculas). 
  • Os nomes dos híbridos vão precedidos do sinal x (Quercus x coutinhol).

Exemplo: Macieira

08 setembro 2009

Lúcia-lima

Olá, hoje venho falar de uma planta que hoje em dia já existe em muitos dos nossos jardins, a Lúcia-lima (Lippia Citriodora).
Também conhecida por Bela-luísa ou Doce-lima, este arbusto com origens remotas no Chile, é cultivado na Europa desde do fim do século XVIII, o fantástico aroma desta planta que nos faz lembrar o aroma lima-limão provem de um complexo de óleos essenciais, sendo os principais o citral, nerol e o geraniol, determinando as propriedades da planta.

A Lúcia-lima embora arbusto pode alcançar 3 a 7 metros de altura, as suas folhas compridas e pontiagudas, de toque áspero, são de um verde vivo e as suas flores são pequenas e brancas.




Possuindo propriedades calmantes, estimulante, antiemética, prolongadora do sono, depressora do sistema nervoso central, descongestionante, digestiva, estomáquica, sedativa e tônica a Lúcia-lima é utilizada como calmante ligeiro e em perturbações digestivas.
Deve-se evitar a sua utilização prolongada, devido ao risco de perturbações gástricas, e por a planta ser depressora do sistema nervoso central.
Na Lúcia-lima podem ser utilizadas as folhas frescas ou secas, sob a forma de chás e infusões.

Agora um pequeno aparte com uma maravilha da Natureza =)


Simples, pequena e Maravilhosa...