31 dezembro 2012

Plantas de Interior

Cuidados a ter com as plantas de interior


Deve-se escolher plantas para as condições de humidade e iluminação existentes no espaço para onde se destinam. Maior parte das plantas requerem pouca atenção a não ser alguma rega e de vez em quando fertilizante.




Luz

Quase todas as plantas requerem luz filtrada e não directa, a intensidade da luz diminui bastante conforme estamos mais afastados das janelas, apesar de não darmos por isso pois os nossos olhos compensam automaticamente este facto.
Pouca luz resulta numa fraca fotossíntese, com consequência na planta a ficar cada vez mais fraca sem possibilidade de repor as folhas e flores que vão morrendo. Demasiada luz pode também secar plantas que são na sua generalidade de climas tropicais.
No Inverno as plantas ganham vantagem se forem mudadas para locais mais luminosos devido a diminuição de luminosidade no exterior.

Temperatura

Plantas em casa gostam de temperaturas amenas sem grandes oscilações, o que durante o Inverno se pode tornar num problema devido aos aquecimentos centrais. Plantas devem ser afastadas dos radiadores, e evitar grandes flutuações da temperatura de dia com a de noite.



Clima

Plantas tropicais na sua generalidade gostam de climas húmidos, a colocação de uma bandeja com gravilha humedecida e com as plantas em grupo cria um microclima ideal para este tipo de planta. Os aquecedores no Inverno diminuem muito a humidade no ar.

Água

Água é uma das principais razões da destruição de muitas das plantas de casa, existe uma tendência para se regar em demasia que provoca a podridão das raízes, o solo deve estar ligeiramente húmido a tempo inteiro sem se deixar secar totalmente. As folhas com pontas e margens acastanhadas indicam normalmente que o composto ou a atmosfera está demasiado seca, usar sempre água morna para evitar choques de temperatura. Para plantas sazonais esta é uma altura de repouso quando a rega e a alimentação são praticamente extintas.




Fertilizante

Fertilizantes líquidos são normalmente os mais aconselhados para plantas de interior, um com nível de potássio mais elevado para plantas com flor em vaso, ou um mais balançado para plantas apenas de folhagem. Plantas devem ser apenas alimentadas quando estão activamente a crescer, normalmente entre Março e Setembro, plantas com flores apenas quando já têm rebentos ou flores. Fertilizantes especializados para certo tipo de plantas estão disponíveis no mercado.

Vasos

Em média depois de 1 a 2 anos as plantas precisam de ser mudadas para vasos maiores para manter um crescimento saudável, ao efectuar esta mudança a planta deve ser regada primeiro e deixar drenar, depois mudar para o vaso maior com o mesmo tipo de composto do anterior, mudar de vaso só quando realmente precisa.

Jardins Interiores


Cada vez mais o exterior e o interior de uma habitação fundem-se criando um ambiente único, onde o jardim e a sala-de-estar coabitam no mesmo espaço.
Plantas ajudam a naturalizar ambientes, arquitectura mais contemporânea cria melhores condições para jardins interiores, o facto de as janelas serem de grandes dimensões, os espaços tornam-se mais iluminados naturalmente desenvolvendo situações onde a implementação de espaços verdes interiores é possível. Assim como um melhor isolamento da casa torna a temperatura ambiente mais estável logo mais vantajoso para as plantas.



O sector de design de interiores e arquitectura tem vindo a explorar o uso de plantas, jardins verticais usados para cobrir paredes inteiras são um dos exemplos, em Hampton Court deste ano foi apresentado um jardim numa casa de banho, outro exemplo apresentado durante uma feira de decoração em Vancouver.

A nível comercial e de espaços públicos jardins interiores fazem já parte de um grande número de edifícios e centros comerciais que usam este método para naturalizar ambientes muitas vezes hostis e frios. O jardim de Inverno de Sheffield, no Reino Unido, é um dos maiores da Europa, exemplo perfeito da adaptação das plantas tropicais.


Jardins interiores podem facilmente ser apenas um grupo de vasos, de diferentes tamanhos para dar uma certa dinâmica, a escolhas das plantas e dos vasos e no entanto muito importante. Cactos são uma opção para criar espaços verdes mais facilmente, a altura de solo é mínima e existem vasos no mercado ideias para este tipo de vegetação.

Terraços interiores com clarabóias ou marquises são sítios ideais para explorar combinações de plantas e por que não até trepadeiras para criar um ambiente verdadeiramente de jardim.

Fonte Revista Tudo Sobre Jardins Fotografia D.R.

30 dezembro 2012

Red Beach @ Panjin, China


Red Beach está localizada em Panjin, província de Liaoning, no nordeste da China. É o maior e melhor protegido Sapal do mundo, com raros e preciosos pântanos de algas vermelhas (e não só). A maior parte do Sapal é Reserva Natural. As zonas húmidas bem preservadas também são o lar de um grande número de aves selvagens, incluindo o Grou Japonês.


29 dezembro 2012

Herb Pack



João Amaro, arquitecto paisagista (e colega) é um exemplo de um dos jovens empreendedores que surgem cada vez mais nos dias de hoje. O produto que vos mostro, o Herb Pack, foi todo desenvolvido e pensado pelo João, é bastante útil e prático assim como esteticamente bem elaborado.

"Os herbpacks são vasos feitos de tecidos permeáveis, geotexteis, resistentes ao apodrecimento e aos raios UV. São excelentes para as plantas porque permitem as raízes respirar ao mesmo tempo que não deixam a terra encharcar. Podem ser usados nas janelas, para decorar a fachada e ter as ervas sempre à mão. São uma excelente opção para fazer pequenos "canteiros" verticais em pátios e varandas."







Para encomendar basta enviar um email para joao.a@live.com ou então uma mensagem na pagina oficial do Facebook. cada Herb Pack (imagem abaixo)  inclui: 3 "vasos", 1 gancho de estendal e 3 pacotes de sementes.


28 dezembro 2012

Requalificação da Ribeira das Naus, Lisboa


"O espaço da Ribeira das Naus é um espaço mítico na identidade nacional e local. Em parte produzido pelo imaginário colectivo, em parte pela cultura oficial. O mito está ligado à fábrica naval que operou neste lugar, e que terá produzido ao longo de séculos, embarcações de diversos tipos. O mito articula a certeza da produção das Naus, com a possibilidade de estas terem sido protagonistas do movimento de descoberta de rotas universais, e de um primeiro fenómeno de globalização impulsionado por Portugal."


É a partir da tensão entre os diversos elementos presentes no espaço da Ribeira das Naus (conjunto edificado, doca seca) com os diversos estratos geometricamente negativos em relação à cota de superfície actual (doca do Arsenal, paredões de varadouro) que se configura o desenho proposto. 



A revelação e a integração destes elementos fósseis, parcialmente enterrados e potencialmente determinantes do carácter do espaço, constituem o processo de recriação da Ribeira das Naus. A arquitectura deste espaço da Paisagem da Margem de Lisboa consiste então na contraposição de elementos fosseis com elementos contemporâneos, com o duplo sentido de revelação dos diversos tempos do mesmo lugar (cultura do espaço da cidade) e de acção na utilização do espaço público (circulação, permanência, contemplação, infra-estrutura).



Ficha Técnica:
Localização

Lisboa, Portugal
Área
52.000 m2
Cliente
Frente Tejo
Concurso 1º Prémio, com João Gomes da Silva
Coordenadores de projecto
João Ferreira Nunes
Carlos Ribas
Arquitectura
Miguel Chalbert
Consultores
Consulmar
Centro de História de Além Mar


Fonte: PROAP